A Deus toda Glória

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Jesus, meu maior amor

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Oi, meu nome é Najana, tenho 36 anos, sou mãe de quatro filhos. Sou formada em Psicologia, membro da Terceira Igreja Batista de Presidente Prudente - SP e seminarista. Sou mulher, mãe e amiga. Daqui há um tempo serei oficialmente missionária, se Deus quiser, e aí? ahh e aí...aí que vou rodar esse mundo levando a semente do Evangelho. Minha maior alegria é falar de Jesus e ajudar as pessoas. Amo gente, amo estar perto de gente, amo ser tocada, amo pessoas de todas as classes, gêneros, sem distinção. Sou de Cristo, vivo na contramão do sistema. Gosto muito de ler também, estudar, enfim, me considero uma cristà que pensa e atua no mundo em que vive. Espero que gostem do Blog e fiquem a vontade. Postem seus comentários pra que eu possa conhecer melhor vocês, por favor. Sejam muito bem vindos e contem comigo sempre. Deus abençoe cada vida que passar por aqui. Espero que possa fazer muitas amizades também. Um beijo grande em cada coração!

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Se você quer conhecer Jesus na sua casa, entre em contato comigo. Eu, juntamente com um grupo de pessoas da minha igreja, iremos até você para estudarmos a Bíblia juntos, orarmos e te ajudar, caso esteja passando por problemas. Isso não te custará nada. Sempre será um prazer levar a mensagem de Cristo!
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Amados, eu não poderia deixar de compartilhar com vocês sobre missões.

Jesus, após subir ao céu, deixou Sua Igreja, incumbida, de dar continuidade ao Seu ministério.

A palavra Igreja vem do grego e significa "chamados para fora". Portanto, se você acha que, a igreja é seu ponto de chegada, gostaria de informar que é seu ponto de partida e que Jesus nos orienta a irmos por todo o mundo e pregarmos o evangelho a toda criatura.

Deixo aqui dois sites sérios e interessantes para que vc saiba mais sobre missões.

Orem a Deus e optem por orar e/ou contribuir e/ou ir à campo.

Que Deus abençoe vocês grandemente!!

http://www.jmm.org.br/

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13 de outubro de 2011
Oiiii, bom dia!!!
Mais uma vez, vou compartilhar com vcs minha devocional. O texto aqui foi retirado do site http://www.ibcu.org.br/
Sabe, eu não estou estudando este texto, por acaso, estou estudando porque creio que este texto é um presente de Deus na minha vida. Providência Divina mesmo.
Eu gastei mais do que deveria e, quando o Senhor me fechou as portas, eu me vi quase surtando..rs. Hoje até dou risada, mas, já chorei muito por isso. Eu não estava entendendo que Deus estava me tratando e, ainda está. Eu cheguei a achar que o problema estava em Deus (aff). Mas Deus pela Sua misericórdia, quando me fechou as portas, quis me mostrar que eu estava, sem perceber, colocando o meu coração nas coisas deste mundo e, isto, afasta - nos de Deus.
A Bíblia nos diz que onde está o nosso tesouro, ali está tb o nosso coração.
Tenho percebido que estava com pensamentos egoístas, sempre querendo mais e isto realmente é uma armadilha maligna. Causa mesmo muitas dores a busca pelo dinheiro.
Por isso, eu não tenho como acreditar na Teologia da Prosperidade, nem em muitas heresias atualmente pregadas, gerando mega empresas, como as seitas neopentecostais, ao invés de igreja reunida em torno de uma fé genuína, de um viver santo e piedoso. 
Se estivéssemos mais atentos às Escrituras veríamos que a Bíblia nos adverte que a soberba está um passo antes da queda.
Vivemos tempos difíceis nos arraiais cristãos, muita crendice, pouca Bíblia, por isso minha oração principal tem sido "Sonda-me oh Deus e vê se há em mim algum caminho mal e guia - me pelo caminho eterno".
Ontem, dia das crianças, no Lar Batista, tinha caravanas de Igrejas Batistas de várias cidades. Lá pude conhecer pessoas novas e conversar com algumas delas. Entre elas me chamou atenção a conversa com o pastor Gilberto de, Regente Feijó. Eu conversava com ele, sobre a Trans no Amazonas, que será em Janeiro. Eu disse que gostaria muito de ir com minha filha de menos de 3 anos. Ele me falou que para lá não tem condições agora, com uma criança tão pequena não dá pra eu ir, porque, como o trabalho missionário será com a população ribeirinha, o pessoal vai ficar acampado, dormindo em redes, expostos a malária, bichos e outras coisas.
Depois desta conversa, passei a entender um pouco melhor sobre Deus. É impressionante como não conhecemos nada de Deus. E eu reclamando da minha vida, quando na verdade, quando nos convertemos nada mais aqui, neste mundo, devemos ter por precioso a não ser as almas perdidas, as pessoas.
Não tem jeito, é nisso que insisto: A porta é estreita. Se vc, quando se converter, não tiver como decisão racional e meta, estudar as Escrituras, se reexaminar, ter uma vida de oração e obedecer a Deus em todas as coisas, não dá, emperra. Meu pastor esses dias falou: Deus é Deus de aliança, Deus de promessas, mas ou você dá o seu tudo pra Ele, ou Ele não está com vc.
Como eu posso querer ser missionária assim? Reclamando de tudo, buscando o trabalho acima das coisas de Deus? Não devemos ser ociosos, não é isso, mas devemos nos alegrar com o padrão que Deus nos proporciona.
O nosso tempo, os nossos talentos, o nosso dinheiro, nosso coração, pensamentos, o "nosso" (aliás o que achamos que é nosso, não é, é de Deus) tudo deve ser consagrado a Deus primeiramente.
Tenho aprendido também que, se formos olhar hoje em dia, para os outros cristãos, vamos nos perder, porque o que vejo é um comodismo fatal.
Bom, segue pra vcs, minha devocional. Espero que gostem.
Um dia abençoado a todos!!!
O dinheiro possui características que são típicas de uma divindade, e é claramente classificado como tal pelas Escrituras, quando esta equipara o pecado da avareza à idolatria:
“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão
lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria;” (Cl 3:5)
Além das raízes pecaminosas por trás do endividamento, Collins (2004, p.626) também propõe que vários outros pecados são estimulados por questões ligadas a problemas financeiros: culpa, inveja, ciúme, ressentimento e orgulho são pecados que podem brotar a partir dos problemas financeiros.
O instituto Gallup Poll descobriu que cinqüenta e seis por cento de todos os divórcios são resultado de uma tensão financeira no lar. (DAYTON, 2002, p. 34).
"Um cartão de crédito no bolso pode ser como uma bomba-relógio com potencial para acabar com a nossa paz, alegria e estabilidade mental". (COLLINS, 2004, p.625).
“O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a
abundância nunca se fartará da renda; também isso é vaidade.” (Ec 5:10)
"Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa
cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas
dores.” (1Tm 6:10)
As riquezas, assim como um falso deus, dão uma falsa sensação de segurança e poder, podendo levar quem as tem a um distanciamento das coisas que, de fato têm valor para Deus, como adverte o Senhor:
“Nesse ponto, um homem que estava no meio da multidão lhe falou: Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas Jesus lhe respondeu: Homem, quem me constituiu juiz ou partidor entre vós? Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo,dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: ‘Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus.” (Lc 12:13-21).
Dayton (2002, p. 12) afirma que os problemas financeiros podem ser abordados de duas maneiras: biblicamente ou através de respostas formuladas por pessoas. Ele também reflete que a maioria das pessoas lida com o dinheiro de uma maneira bem contrastante com os princípios financeiros de Deus. A posição bíblica e o pensamento mundano sobre finanças são mutuamente excludentes. Para Dayton (2002, p. 13):
CONTRASTE:
A sociedade diz: Deus não tem parte na utilização do dinheiro e minha felicidade está baseada em minha capacidade de financiar o padrão de vida por mim desejado.
As Escrituras dizem: Ao aprender e seguir os princípios das Escrituras para lidar com o dinheiro, ficará mais próximo de Cristo e aprenderá a viver contente em toda e qualquer circunstância.
É imprescindível que a pessoa cristã sendo aconselhada entenda que existem princípios bíblicos a serem obedecidos, e esteja disposta a acatá-los:
Pessoas com problemas financeiros querem encontrar um remédio para sua
situação o mais depressa possível. Raramente estão interessadas em
sermões ou discussões filosóficas sobre finanças, mas elas precisam
entender que existem princípios bíblicos que regem a administração do
dinheiro. O conselheiro cristão tem que ser fiel a estes princípios e deve
referir-se a eles explicitamente durante o aconselhamento.(COLLINS, 2004,
p. 627)
É fundamental entender que os pecados que levam ao endividamento precisam ser identificados e devidamente tratados:
Pecado abrange comportamento errado, pensamento distorcido, e uma orientação para que sejam seguidos os desejos pessoais e as más atitudes.
O pecado é habitual e enganoso, e muito da dificuldade no aconselhamento consistem em trazer à consciência pecados específicos, quebrando seu domínio. (MacARTHUR e MACK, 2004, p. 80).
Uma vez diagnosticado que o endividamento tem suas raízes fincadas em atitudes pecaminosas e violações de princípios bíblicos, é necessário que haja uma disposição em buscar uma transformação interior que redunde em uma postura que agrade o Senhor no campo das finanças.
Crabb (1994, p. 39) afirma que quando a ênfase em buscar uma mudança de conduta somente no exterior sem se preocupar com a transformação interior, intensifica-se a sensação de peso e não se obtém libertação do pecado.
Para Crabb (1994, p. 42), "Se quisermos experimentar a transformação que o Senhor pode proporcionar, precisamos exercitar a coragem de ser honestos. Uma verdadeira transformação exige um exame interior".
Já Dayton (2002, p.28) reflete que a administração financeira se dá em um contexto de mordomia, onde os crentes são despenseiros administradores do que o Senhor tem lhes dado. Ele lembra que a expectativa de Deus é encontrar despenseiros fiéis que lidem com o dinheiro de acordo com os princípios bíblicos.
Dayton (2002, p.29) afirma que Deus usa o dinheiro para refinar nosso caráter: O dinheiro, a mais comum dentre as coisas temporárias, envolve conseqüências incomuns e eternas. Embora aconteça de forma muito inconsciente, as pessoas são moldadas pelo dinheiro - no processo de ganhá-lo, economizá-lo, usá-lo, dá-lo ou avaliarem-no. Dependendo do modo como é usado, submete seu possuidor à bênção ou à maldição; ou a pessoa torna-se o senhor do dinheiro ou o dinheiro torna-se o senhor da pessoa. Nosso Senhor toma o dinheiro, coisa que, embora sendo essencial à vida comum, às vezes, parece tão sórdida, e faz dele um fundamento para provar as vidas das pessoas e um instrumento para moldá-las à semelhança de Si mesmo.
Para Dayton (2002, p. 29), se lidarmos com nossas posses como mordomos fiéis, é uma indicação de que nosso caráter está sendo formado, se somos infiéis, nosso caráter está sendo prejudicado. Ou seja, a postura correta para com o dinheiro vem através de um caráter aprovado moldado por Deus.
Princípios Bíblicos a serem praticados para se ter uma vida financeira equilibrada
Princípio 1: Livrar-se das dívidas
“O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta.” (Pv 22:7)
É importante que o endividado entenda que sua situação viola um padrão bíblico, e portanto, desagrada a Deus. Neste sentido, a pessoa precisa se comprometer a saldar suas dívidas, e a não contrair novas dívidas no futuro.
Princípio 2: Contentar-se com o básico
“Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos
levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”
(1Tm 6:7-8 )
“...porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei
estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as
circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim
de abundância como de escassez;” (Fp 4:11-12 RA)
O estilo de vida proposto pela Bíblia é simples. Somos ensinados a encontrarmos contentamento naquilo que é básico - essencialmente nos itens de subsistência. Ao contrário disto, o padrão do mundo é que se busque um estilo de vida bem sofisticado. No mundo, as pessoas são avaliadas e valorizadas com base nos bens que possuem. Livrar-se desta influência é o maior desafio para quem deseja encontrar contentamento com o básico.
Aquele que aprende a encontrar contentamento nos itens básicos de subsistência que o Senhor tem proporcionado terá condições de não sucumbir diante do modelo pregado pelo mundo onde o contentamento será tão maior quanto mais elevado for o poder de compra e os luxos a que a pessoa se submete. Esta armadilha impele ao consumo intensivo e compulsivo que é, via de regra, maior do que o que se tem disponível para gastar.
O filho de Deus precisa aprender a viver com aquilo que o Senhor tem lhe dado, em todas as fases da sua vida. Quando alguém quer viver acima das suas posses, o endividamento pecaminoso é inevitável.
Na história contada no livro de Rute, vemos que uma crise financeira se estabeleceu em Judá, e levou Elimeleque, Noemi e seus dois filhos a se mudarem dali para Moabe, para tentarem viver dignamente na crise. E ali eles firmaram residência, mas Elimeleque morreu e os dois filhos de Noemi casaram-se com cidadãs locais, Orfa e Rute, tendo ficado lá por quase dez anos.
Então, uma nova crise acomete a família: com a morte dos dois filhos de Noemi, ela e as suas duas noras ficaram desamparadas. Enquanto uma das noras de Noemi, Orfa, fica em Moabe, Rute e Noemi retornam para Judá, para tentarem sobreviver por ali. Sua pobreza era grande, e Rute se submeteu ao processo de "catar" espigas remanescentes da colheita para sobreviver, conforme o direito que lhe conferia a lei de Deus, conforme Levítico 23:22.
O final da história de Rute e Noemi é feliz, pois Rute acabou se casando com Boaz, parente de Elimeleque, e tornou-se financeiramente próspera. A história de Rute nos ensina um princípio da adaptação: a porta da superação pode ser "catar espigas". O filho de Deus precisa aprender a adaptar-se às "vacas magras" quando vierem.
Princípio 3: Manter-se Humilde
“O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, ele os conhece de longe.” (Sl 138:6)
Uma das virtudes cristãs fundamentais para que essa adaptação às "vacas magras" aconteça é a humildade. Essa virtude foi largamente presente na vida de Rute, que se sujeitou à desonrosa e humilhante situação de "catar espigas" para sobreviver. Muitos endividados podem estar adotando a postura extremamente arrogante de não baixar seu padrão de vida para endereçar adequadamente seu endividamento.
Os sacrifícios necessários para superar um endividamento pecaminoso invariavelmente mexerão nas aparências que a pessoa mantém pelos bens e serviços que adquire além das suas possibilidades. Se não houver humildade para assumir e tratar a própria pecaminosidade e para baixar o padrão de consumo e ostentação, o endividado pecaminoso não conseguirá resolver seu problema.
Princípio 4: Amparar-se no Senhor
“O SENHOR retribua o teu feito, e seja cumprida a tua recompensa do SENHOR, Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refúgio.” (Rt 2:12).

“...como deixaste a teu pai, e a tua mãe, e a terra onde nasceste e viestepara um povo que dantes não conhecias.” (Rt 2:11)
Outro diferencial que percebemos na vida de Rute foi sua disposição em recorrer ao Senhor como fonte de seu amparo e auxílio, conforme lemos nos versos acima. Rute foi, juntamente com Noemi, se refugiar entre o povo de Deus, para se beneficiar da Lei de Deus e demonstrou uma confiança na provisão de Deus para a superação das suas dificuldades.
O crente com um endividamento pecaminoso precisa entender que é no Senhor que ele encontrará tudo o que ele precisa para viver piedosamente, conforme nos ensina Pedro:
"Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo" (2Pe 1:3-4).
O viver piedosamente, em obediência, santificação e honrando os princípio contidos em Sua palavra, só é possível pois o Senhor já providenciou todos os recursos necessários para que isso seja possível. Para se beneficiar dos recursos fornecidos por Deus é necessário inclinar o coração a Deus, em uma atitude de submissão e atenção às Suas orientações. Nesse sentido, a superação da pecaminosidade causadora do endividamento se dará com uma atitude sincera de quem quer ser esquadrinhado e transformado pelo Senhor, como o salmista sabiamente escreve:

"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno." (Sl 139:23-24)

Ao assumir o compromisso de andar nos caminhos do Senhor, sendo amparado, orientado e transformado por Ele, a pessoa colherá como benefício resultante a identificação, tratamento e superação dos pecados que têm destruído sua vida financeira e seu testemunho cristão.


VIVENDO NA DEPENDÊNCIA DE DEUS!!!

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